domingo, 24 de julho de 2011

SÓ AS MULHERES ENTENDEM…

1. Por que é bom ter cinco pares de sapatos pretos;

2. A diferença entre creme, marfim, e bege claro;

3. Que chorar pode ser divertido;

4. Roupas soltas;

5. Uma salada, bebida diet, e um sundae de chocolate fazem um almoço equilibrado;

6. Descobrindo um vestido de marca em oferta pode ser considerada uma experiência de vida;

7. A inexatidão de toda balança;

8. Achar o homem ideal é difícil, mas achar um bom cabeleireiro é praticamente impossível;

O amor é orvalho de feliz pranto

MUDE, MAS DEVAGAR!

Mude, mas mude devagar, pois a direnção é mais importante que a velocidade." não matar o incerto da metamorfose. a esperança transportada da caixa de Pandora para o casulo da cor que voa. uma mudança lenta, gradual e irrestrita". mudar sem se perceber, mudar mudando, habitar essa impossibilidade.a

quarta-feira, 20 de julho de 2011

O MARKETING DA FÉ

Outro dia liguei a Tv e lá estava um religioso vendendo seus produtos, digo, sua fé. Desacreditada do que vi, imediatamente desliguei a TV e liguei o rádio, foi bem no programa daquele fulano de tal que prometia milagres em troca de alguns reais. Desiludida, achei melhor ler meus emails e colocar a correspondência em dias, mas lá estava um email de uma vidente oferecendo meu futuro por 29,00 euros, desliguei tudo e fui dormir, talvez fosse melhor esperar Deus falar comigo diretamente... Sonhei com o céu.

Vivemos tempos de globalização, tempos onde a mídia massifica tudo usando a tecnologia a favor do ser humano e de seus interesses. As religiões se encontram inseridas neste contexto.

Dentro deste cenário atual numa sociedade capitalista, os valores éticos e morais vão se perdendo, para dar lugar a competitividade, a ambição desmedida, ao culto a imagem, a popularidade e o que é mais deplorável: culto ao deus dinheiro!

As religiões, em parte por questões financeiras lucrativas, em parte por ter se perdido os valores que deveriam permear uma sociedade que caminha para o caos, se envolveu numa trama ambiciosa e perigosa que é usar a mídia, não tanto para fazer seus adeptos, discípulos, ou expandir sua crença, mas principalmente para promoção pessoal de seus lideres que ostentam sem nenhum constrangimento seus sucessos midiáticos. Líderes ou pop stars?

Assim, na sociedade de consumo, nos tempos de globalização, de massificação da mídia, os seres humanos vão perdendo os valores reais das coisas vão trocando, ouro por miçangas, unção por dinheiro, verdade por promoções baratas, afinal, nos tempos atuais tem destaque para tudo no mundo universalizado,. Inclusive para o marketing da fé.

Joíra F.

terça-feira, 12 de julho de 2011

A COR DO LUTO

EM DIVERSOS países varia a cor do luto. No Brasil, Japão e na Europa, usa-se preto, que é a privação da luz. NA CHINA, o azul escuro. NA SÍRIA, o azul celeste, cor do Céu, para onde se deseja que os mortos vão. NA ETIÓPIA, o cinza, cor em que se convertem os cadáveres. NA ÍNDIA, o vermelho, que é a cor do fogo, que consome os corpos. NO EGITO, a cor da folha seca, que representa o fim da vida, pois essa é a cor das plantas, quando morrem.

sábado, 9 de julho de 2011

O SER HUMANO TEM TÉDIO NA ALMA

No ócio da vida o tédio da existencia. Nada de todo dia vezes o nada de sempre...Cotidiano de coisa nenhuma. repetiçoes mecânicas de vida pós vida.
Os seres humanos tem tédio na alma. Sao assolados de cansaços, ate quando correm, cansam de novo da correria...querem o ócio, o vício do tédio.
Amamos o cotidiano, o simples, o repetido, o feijao com arroz da existencia e suspiramos pelos ares, mares, marés revoltas, emoçoes à flor da pele. Logo saudosos do tédio caimos na rotina indefinida do nada, e nada somos,nada temos, nada de nada... Rotina, rotina, roda que gira, que volta no pijama do tédio.
Um dia, a gente se acostuma.


Joíra F.

PRESENTE DE GREGO

UMA DÁDIVA que nos traz prejuízo é chamada presente de grego. A expressão tem origem neste fato histórico: PRÍAMO, Rei de Tróia, raptou Helena, mulher de Menelau, Rei da Lacedemônia, na Grécia. Tróia foi então vencida com o uso de estratagema. Palas (nome da deusa Minerva) aconselhou os gregos a fabricarem um grande cavalo de madeira. Colocaram-no s portas de Tróia. No seu interior, estavam escondidos os principais guerreiros gregos. Junto ao cavalo achava-se este cartaz: “Os gregos oferecem este presente Minerva.” Sendo Minerva deusa a que os troianos prestavam muito culto, a estátua foi levada pelos troianos para dentro da cidade, sendo necessário, para sua entrada, abrir grande brecha nas muralhas protetoras. À noite, os guerreiros gregos saíram do interior do cavlo, e a eles reuniu-se o resto do exército. A cidade foi tomada e incendiada. Por isso, aconselha-se a desconfiar do inimigo, mesmo quando se apresenta amável. Pode ser presente de grego…

quinta-feira, 7 de julho de 2011

O QUE SAO OS SONHOS?


Sempre sonho, vejo, antevejo, as vezes tenho medo, outras tantas nao. So me lembro que Deus me fala por sonhos. Sonhos sao inertes, coloridos, lúgubres, profundos, bate na pestana da memória por todo o dia, por semanas ate, tem vozes, falas e fios de granbell.
Talvez sonhar seja o equilibrio da loucura, o fio que nos conecta a sanidade, o carretel que nos puxa de volta a vida e empurra-nos morro a baixo, ladeira a cima nas estradas íngremes desse viver abestalhado de todos os dias.
Sonhar é viajar tempos, correr mundos, entrar na calada da noite a dentro, sem pedir licença, arrebentando a porta da vida alheia e passeando pelas encostas de almas outras. Sonhar é adentrar o inconsciente buscando repostas, resolvendo problemas, equaçoes, comprovar fatos. Quando sonhamos paramos no tempo e somos o quisermos: voamos, rastejamos, temos caras, (como daquele moço da cara verde, que sonhei outra noite) , as vezes somos piores, medorsos, covardes, e quase sempre herois adormecidos de todo dia. Dormindo, salvamos mocinhas indefesas e socorremos mundos.
Na morte, dormindo, somos o po do infinito e alcançamos ceu, tambem engolimos terras recem saídas dos escombros. Pesadelos nada mais sao que a mae vida entediada nos chamando de volta para os braços do real, do hoje, do agora. Nao tenho medo dos pesadelos, tenho medo das noticias que ouço no jornal quando estou acordada, aí entao eu volto, fecho os olhos, adormeço pestanas e durmo calmamente no colo de Deus, Ele sempre me fala por sonhos.

Joíra F.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

FILOSOFOS DE RUA

Todos os dias, em todos os lugares, esbarramos com Arnaldo jabor em prosa... um prosa qualquer na rua. Filosófos da avenida, discorrem solenes sobre precipicios de concreto armado, cimentos de nós sobre abstratos tom de vida. Tudo cheira a Katchup na avenida dos flagelos.
Passo olhares sobre Sartre, existencialistas dos desempregos, que simplesmente vivem, sobrevivem, sub-dividem no sistema das coisas livres, em prisoes de almas que soerguem no silencio de super-homens nietzchianos. Todos sao heróis de si mesmos.
Vejo sombra em vagoes de pergunta nenhuma, nao há respostas, cala-se. Nao interessa. A humanidade hoje anda medíocre, poucos gênios ... poucos! Poucos artesaos das palavras, da vivencia com outros entes iguais. Poucos lírios de gente.
Mas ainda assim, na avendida nos esbarramos com Ivo Pitangui, que nao muda, senao rugas das estatuetas e bustos, das vagas lembranças de mármore, dos gessos que eternizamos senao os feitos, pelo menos a estátua muda que assola nossos olhos, como aquela de Luis Eduardao Magalhaes no final da avenida que desco todos os dias. E a vida segue, indiferente nos paralelepipedos.
Há ainda Camoes nas avenidas dos desesperos, talvez nos becos enlameados, cheirando a maconha e conhaque. Línguas e lábios e gramatica sangrando nas calçadas dos poetas sórdidos, nos becos lusídios da cidade de brita e ferro.
Assim, as horas na avendida filosoficamente passa, na melhor perfomance Kantiana, metafisica Aristotelica essa. E daqui, esbarro em Jabor, mais uma vez. Todos esbarram em Jabores uma vez na vida, em todos os lugares onde há coca-cola e Assembleia de Deus.
Onde há filosofos da vida, há Jabor em nós e na rua, como aquele rapaz doente mental que me perguntou outro dia no supermercado se eu estava aflita, pq me via muito abatida e triste, e eu permaneci ali estática.... Como ele percebeu tudo isso so de olhar? Entendi, acabava de me esbarrar em Freud. Na verdade, de filosofos, poetas e loucos todos temos um pouco
Alguem explica?

Joíra F.

DA MODÉSTIA

Quem fez da modéstia uma virtude esperava que todos passassem a falar de si próprios como se fossem idiotas.

O que é a modéstia senão uma humildade hipócrita, através da qual um homem pede perdão por ter as qualidades e os méritos que os outros não têm?

Arthur Schopenhauer

sábado, 2 de julho de 2011

BEIJAR PODE, PEGAR NA MAO NAO!

Disse ao seu irmão mais novo: - Pode beijar, mas nunca tente segurar a mão dela porque isso não é pra qualquer mulher!

sexta-feira, 1 de julho de 2011

O TEMPO TUDO APAGA, TUDO AFAGA

O tempo esse mágico mistério do mundo, espaço infinito entre o agora, o que foi ,e o que virá, monumento impalpável, que juro prender na parede do quarto num tic-tac constante, foge feito poeira no vento.

Na ampulheta de pai Cronos, esvoaçam-se os sonhos perdidos, achados talvez na próxima esquina do mundo. Esse vilão amigo tempo socorre os aflitos de esperança e mata, as ilusões dos desesperados. Esse tempo, tudo afaga e tudo apaga.

Dizem que o tempo cura tudo, não creio o Kairós como milagreiro de todos os males; ele ameniza dores, acalma tempestades, adormece amores, mas não cura o que foi, o que perdemos, o que passou, ele arquiinimigo íntimo apenas entorpece os sentidos, trazendo-nos outras dores, outras angustias, outros dissabores para distrairmos dos anteriores, por isso: "basta a cada dia o seu mal", já dizia o mestre dos mestres.

Esse dileto bárbaro amigo tempo, é feito de esperança, de pó de arco-íris de Deus, de fetiche de lua e xícara de grãos de sonhos. Nele e por ele, acreditamos que somos imortais, que o inacessível de agora é o possível de amanha. Chegamos mesmo a acreditar, que podemos consertar o ontem, alinhavando hoje, fios de possibilidades de amanha. O tempo é cheio de brinquedos invisíveis!

Mas esse tempo do agora consome o relógio dos nossos dias, e secamos como a erva, passamos como o vento, e por mais que queiramos engoli-lo inteiro, não fazemos mais do que ingerir metades, comendo porções a cada dia.

O tempo é como fatias de um bolo de aniversário, se não soubermos cortá-las, não dará para todos os convidados e ao final, teremos perdido o melhor da festa.

Joíra F.

SER FELIZ ME CONSOME

Na parede de um botequim de Madri, um cartaz avisa: Proibido cantar. Na parede do aeroporto do Rio de Janeiro, um aviso informa: É proibido brincar com os carrinhos porta-bagagem. Ou seja: Ainda existe gente que canta, ainda existe gente que brinca”