No ócio da vida o tédio da existencia. Nada de todo dia vezes o nada de sempre...Cotidiano de coisa nenhuma. repetiçoes mecânicas de vida pós vida.Os seres humanos tem tédio na alma. Sao assolados de cansaços, ate quando correm, cansam de novo da correria...querem o ócio, o vício do tédio.
Amamos o cotidiano, o simples, o repetido, o feijao com arroz da existencia e suspiramos pelos ares, mares, marés revoltas, emoçoes à flor da pele. Logo saudosos do tédio caimos na rotina indefinida do nada, e nada somos,nada temos, nada de nada... Rotina, rotina, roda que gira, que volta no pijama do tédio.
Um dia, a gente se acostuma.
Joíra F.
Nenhum comentário:
Postar um comentário