quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
A concepção de lógica de Wittgenstein no Tractatus
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
MEUS ALUNOS
Meus alunos têm um jeito diferente de todos os alunos, mas se parecem exatamente com eles. Têm alma de girassol no dentro, vêem o mundo pela janela, mas o vitror da sala de aula, não os deixam ir..
Meus alunos têm pescoço de girafa, vêem tudo que se passa na rua com a cabeça da imaginação Eles rapidamente voam para algum lugar além de mim; basta apenas um minuto, e lá estão eles, indo embora sem ir.
Meus alunos têm mola no corpos, se espicham de um lado para o outro feito minhoca revirando terra. Eles percebem uns aos outros e nós os proibimos, eles então viram artistas e fazem rabiscos absurdos no papel (artistas abstratos pra ninguém botar defeito). Se reclamo a atenção, logo eles silenciam e emudecidos viram grafiteiros da parede da sala.
Meus alunos têm a cor-do-arco-iris, embora e mesmo que a camisa azul, não os permitam pintar o sete.
Meus alunos, têm paredes, listas, notas, horários e regras, só não podem ter almas, porque não os deixamos ter.
... Mas meus alunos são alados, eles sempre sabem voar, mesmo quando a nossa "educação" lhes cortam as asas.
Joíra Freitas
FAZ UM FAVOR POR TI
Faz um favor por ti agora...
Faz a seguinte pergunta pra tua razão:"Eu vou melhorar?"
Faz a seguinte pergunta pra tua autoestima:" Eu posso melhorar?"
Faz a seguinte pergunta para o teu amor-próprio:"Eu mereço melhorar?"
Faz a seguinte pergunta para a tua felicidade: "Eu preciso melhorar?"
Agora olhe pra sua vida e responda pra você mesma:"EU VOU MELHORAR! EU POSSO MELHORAR, EU MEREÇO MELHORAR E EU PRECISO MELHORAR!"
A REPÚBLICA – PLATÃO (LIVRO VII)
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
FÈDON - A imortalidade da Alma?
sexta-feira, 1 de junho de 2012
segunda-feira, 28 de maio de 2012
QUEM AMA A CRISTO DIZ SIM A VIDA?
sexta-feira, 4 de maio de 2012
quinta-feira, 3 de maio de 2012
PORQUE USO BATOM VERMELHO?
terça-feira, 1 de maio de 2012
A GENTE NÃO SABE
AMA, PORQUE ISSO BASTA!
UNIVERSIDADE: STF APROVA COTA PARA LOIRAS
DANÇANDO SEM MEDO
ECUMENISMO, ESSE BICHO DE SETE CABEÇAS
segunda-feira, 23 de abril de 2012
A MULHER BONITA
segunda-feira, 16 de abril de 2012
A RODA DO SER

OS AMORES ETERNOS NUNCA MORREM

sábado, 14 de abril de 2012
O HOMEM, RIO POR NATUREZA
*Joíra Freitas
“ Paixão, só dela nasce o fôlego de um rumo”
(Lupe Cotrim)
Vida, substantivo feminino que indica ciclo, estado de atividade funcional da matéria orgânica, um estágio entre começo e fim, é existência que se expressa.
Essa expressividade humana do existir é como um rio que corre ao seu objetivo, segundo Quo Vadis, “o rio só atinge seus objetivos, porque aprendeu a contornar os obstáculos”, sendo o rio aqui prefigurado pela vida, o destino seria então os frutos do sonho dos homens, e os obstáculos as dificuldades pelas quais o homem certamente passará, ao ousar sonhar com o futuro. Como exemplo, temos uma lagoa que não tem obstáculos por não sonhar com o mar. Mas a vida humana não é uma lagoa, é rio, por isso precisa-se apaixonar por seus objetivos, para vivê-la de tal modo que os obstáculos não venham a ser maiores que os sonhos.
Nesse ciclo entre começo e fim o homem é rio por natureza, mesmo que não trace um objetivo pelo qual lutar, correr-se-á inevitavelmente para o mar. Sendo assim, uma vez que todos se movem em direção a um rumo, qual a força móvel eficaz que impulsiona um ente rumo ao ser? Todos, afinal se movem da mesma maneira?
Na vida humana, como citou Henrique de Lima: “o importante não é matar a sede, porque ela voltará sempre, o importante é possuir uma fonte”, ou seja, para se viver a vida e chegar ao objetivo desejado fazem-se necessário não apenas viver dia após dia ou sobreviver, é preciso apaixonar-se por uma causa que nos leve ao rumo, esta é a fonte, o motor móvel, o que nos dá fôlego para nadar... nadar... nadar... nos fazendo desviar dos percalços, em direção ao mar.
Paixão, palavra tão cantada e decantada pelos enamorados pela qual lutam frente às impossibilidades, é a mesma palavra que movem os gênios em suas descobertas, mesmo que por mais absurdas e desacreditadas, se concretizam com triunfo. Paixão em grego (pathos) conota em Aristóteles “o ser tomado por uma disposição, que o impulsiona a práxis (ação). O pathos é inerente ao ser humano, faz parte da emoção. Para Kierkgaard o pathos é a fusão entre o universal e o particular, entre a liberdade e o determinismo, é a discrepância entre o racional e o irracional.
Esse fôlego pelo qual nos impulsionam a práxis (ação) se dá por meio da paixão que nos levará ao rumo, entretanto, devemos lembrar sempre ser o pathos a influência de forças externas sobre o pensamento, e este como disse Carl Sagan “é a nossa bênção e a nossa maldição, faz de nós o que somos”.
No mais, fiquemos com Clarice Lispector: “não se preocupe em entender, viver ultrapassa todo entendimento”.














